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Carteira de BDRs do BTG Pactual (BPAC11) inclui Freeport-McMoRan (FCXO34) e Alphabeth (GOGL34)

O BTG Pactual (BPAC11) mudou nesta quarta-feira, 1º, a carteira recomendada de BDRs de junho.

Os analistas de BDRs do BTG Pactual incluíram a Freeport-McMoRan (FCXO34) e Alphabeth (GOGL34) na carteira recomendada de junho.

No mês passado, a carteira de BDRs do BTG Pactual teve retorno negativo de 1,4%, novamente performando melhor que o BDRX, o principal benchmark do setor, que caiu 4,3% em maio.

O destaque positivo da carteira foi o BDR da petroleira Occidental Petroleum, que subiu 21%.

O dólar voltou a perder valor em relação ao real, caindo 4,7% no mês, prejudicando a rentabilidade dos investimentos denominados na moeda estrangeira.

Uma parte do desempenho da carteira e do BDRX tem sido explicada pela taxa de câmbio.

No acumulado desde o seu lançamento, em 14 de julho de 2021, a carteira recomendada de BDRs do BTG Pactual teve queda de 11,1% até o dia 31 de maio, comparado com queda de 16,2% do BDRX (um alfa de 5,1%) e por causa de uma queda de 6,5% do dólar em relação ao real.

O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, neste período, caiu 13,3%.

A volatilidade da carteira, anualizada, medida desde o início, está em 20%, comparada com uma volatilidade de 21% do BDRX e de 19% do IVBB11.

O que entra na carteira de BDRs do BTG Pactual (BPAC11)

A Freeport-McMoRan (FCXO34) entra novamente na carteira, com 10% de participação.

O BDR esteve presente na carteira de fevereiro de 2022 e nos últimos três meses sua performance ficou para trás em relação aos pares.

Em 2021, 82% da receita líquida foi gerada pelas operações de cobre, 12% de ouro e 6% de molibdênio.

A Freeport tem se beneficiado nos últimos anos de vetores importantes para o seu principal negócio, a extração e o beneficiamento do cobre.

O metal é bastante versátil e suas propriedades únicas são essenciais para uma vasta gama de atividades, principalmente devido à sua alta condução de eletricidade, resistência à corrosão, força estrutural e eficiência

A Alphabet também entrou de novo na carteira de BDRs do BTG Pactual.

A Alphabet é a holding que controla o Google, além de dezenas de outros negócios (responsáveis por menos de 0,5% da receita consolidada).

A companhia teve receita líquida de US$ 258 bilhões em 2021 alta de 41% sobre 2020.

Seu principal negócio é a comercialização de anúncios, respondendo por mais de 80% da receita,

O gigante de tecnologia entra na carteira de BDRs do BTG Pactual, com 10% de peso, num movimento tático de rebalanceamento entre “value” e “growth”.

Fonte: Exame