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Telefone que aparece em ‘Não olhe para cima’ existe e tem origem inusitada

Após a constatação de que um número de telefone no K-drama “Round 6” era real fez com que internautas experimentassem ligar para uma linha que aparece no filme “Não olhe para cima”, que estreou em dezembro na Netflix e tem repercutido nas redes sociais. Mais uma vez, foi verificado que o contato exibido nas telas existe mesmo. Mas, se por um lado, o caso anterior tratou-se de um engano da produção, este abriu margem para desconfianças do público de que talvez tenha sido proposital. Isso porque o número do longa-metragem, com Jennifer Lawrence e Leonardo DiCaprio, leva para um serviço de entretenimento adulto, o que poderia ser interpretado como uma ironia diante da função que aquele número desempenha na história.

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— Neste momento, milhões de vocês estão tendo as mesmas dúvidas sobre o cometa que se aproxima. É por isso que a BASH Cellular, em parceria com o governo dos Estados Unidos, está criando uma nova linha telefônica gratuita para responder todas as suas questões. E quem sabe: talvez, apenas talvez, um de nossos cientistas pode ser aquele amigo que todos precisamos para nos apoiarmos em tempos incertos — diz o personagem do astrônomo interpretado por DiCaprio.

Fãs da obra dirigida por Adam McKay aproveitam a situação para gravar vídeos de suas reações ao testarem uma ligação para o tal contato que, no filme, é disponibilizado por uma empresa de tecnologia para tranquilizar seus clientes e tirar suas dúvidas relacionadas ao cometa que segue rumo ao planeta Terra, causando sua destruição.

— É para sexo! — exclama um usuário de TikTok ao gravar seu espanto em descobrir a origem da linha telefônica.

O filme rendeu ainda postagens críticas de espectadores brasileiros, que comparam os personagens com personalidades da realidade nacional. No longa, dois cientistas (Leonardo DiCaprio e Jennifer Lawrence) fazem o que podem para convencer governantes e a população da gravidade da aproximação do enorme cometa. Enquanto isso, eles sofrem com o negacionismo, polarização e fake news, algo bastante visto durante a pandemia de Covid-19.

Fonte: Exame

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