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Turistas sem comprovação de vacina são barrados em navios de cruzeiro

Desde a retomada dos cruzeiros marítimos no Brasil, na última sexta-feira (5), ao menos 25 pessoas não puderam embarcar por não atenderem aos principais requisitos estipulados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) nos protocolos sanitários para a atividade.

Segundo a agência, os passageiros foram barrados por não comprovarem a vacinação completa contra a Covid-19 ou por não terem cumprido o período de 14 dias, necessário para que a vacina gere imunização no corpo humano após a aplicação da segunda dose.

Ao menos 23 das 25 pessoas tentavam embarcar no navio MSC Preziosa, na sexta, que partiu do porto de Santos (72 km de SP), no litoral paulista, em direção a Búzios, no Rio de Janeiro. Ele foi o primeiro a retomar a circulação no país após a liberação do governo federal e marcou o início da temporada 2021/2022.

Os protocolos que devem ser seguidos para embarque, desembarque e transporte de viajantes em navios de cruzeiro pelo Brasil foram estipulados pela Anvisa e publicados em uma resolução na última semana de outubro.

A agência alerta que os passageiros devem ficar atentos às regras para que casos como dessas 25 pessoas não se repitam.

“Todos os viajantes devem observar atentamente as regras, documentos e prazos necessários para que tenham o embarque autorizado pelas empresas, que são responsáveis por garantir o cumprimento das normas”, afirma a agência em nota.

Assim, com o objetivo de reduzir os riscos de contaminação e disseminação do coronavírus durante os cruzeiros, a Anvisa estipulou que, para embarcar, os passageiros precisam ter o ciclo de vacinação completo contra a Covid-19, tendo tomado a segunda dose da vacina ou a dose única pelo menos 14 dias antes do embarque. É necessário a apresentação do comprovante de vacinação.

Os futuros passageiros dos navios também precisam apresentar teste do tipo RT-PCR negativo feito até 72 horas antes do embarque ou o teste de antígeno feito até 24 horas antes.

Há ainda regras para lotação máxima da embarcação que deve ser limitada a 75% da capacidade.

Durante a viagem, diariamente 10% dos passageiros a bordo e 10% da tripulação devem ser testados e a Anvisa ainda aponta que testes positivos não poderão ser descartados por um segundo exame ou contraprova.

Questionada sobre se os passageiros barrados poderão viajar em uma outra oportunidade, a MSC Cruzeiros não respondeu até a conclusão desta reportagem.

Fonte: O tempo

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