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Parceria busca atrair estrangeiros para projetos de transição energética


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A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) fizeram um acordo com o objetivo de atrair investimentos estrangeiros interessados na transição energética no país. Segundo a associação, o destaque na parceria é o desenvolvimento da fonte solar, do hidrogênio verde e do armazenamento por baterias no país.

A parceria prevê a ampliação dos acordos internacionais com as grandes empresas do setor de energias renováveis e com representantes de governos com o objetivo de trazer recursos de fora para o novo momento da industrialização brasileira, melhorando a cadeia produtiva nas áreas de energias renováveis e suas tecnologias. O acordo prevê ainda a aceleração de pesquisa, inovação e sustentabilidade econômica, social e ambiental.

O acordo mira também a obtenção de recursos nas missões do Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial (CNDI) do plano Nova Indústria Brasil (NIB) para descarbonização e transição energética segura para as novas gerações, assim como nas diretrizes do novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) nas áreas de transição e segurança energética.

Estruturação

A exemplo do que acontece em outros setores que usam a ApexBrasil para chamar a atenção do capital internacional, os associados da Absolar terão agora de estruturar uma lista de projetos para investidores estrangeiros de países estratégicos, além de um atendimento exclusivo aos interessados no Brasil nas áreas de energias renováveis.

“A proposta é alavancar mais oportunidades para o desenvolvimento industrial no setor de renováveis e aproveitar o elevado potencial brasileiro de liderar o processo global de transição energética”, disse Jorge Viana, presidente da ApexBrasil, por meio de nota.

A parceria, na avaliação de Ronaldo Koloszuk, presidente do conselho de administração da Absolar, deve impulsionar com força e de forma sustentável a economia graças a novos investimentos na cadeia produtiva nacional, principalmente nos mercados emergentes de hidrogênio verde e armazenamento energético.

Fonte: Exame

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