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Dia Internacional da Mulher: o destaque feminino no setor de criptoativos


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Neste Dia Internacional da Mulher, há um grupo de mulheres que se destacaram em um mercado ainda majoritariamente feminino e um tanto quanto alternativo: o setor dos criptoativos. Com valorizações astronômicas, os ativos virtuais ganham cada vez mais popularidade.

Atualemente, os criptoativos são a segunda classe de ativos mais investida por mulheres. No entanto, o mercado ainda apresenta uma série de desafios para as mulheres que desejam investir ou trabalhar com isso. O que as líderes femininas do mercado cripto pensam sobre isso? Quais as suas dicas para ultrapassar tais desafios?

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“À medida que celebramos o Dia da Mulher, é fundamental reconhecer o papel vital que as mulheres desempenham no mercado de criptomoedas. Nos últimos anos, testemunhamos um aumento significativo da presença feminina, destacando não apenas equidade, mas também a expertise, criatividade, resiliência e inovação que as mulheres trazem para o universo cripto”, disse Renata Mancini, vice-presidente do Conselho da Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABCripto).

“Trabalho há mais de seis anos no setor e, como investidora, acredito que para ter sucesso no mercado requer paciência, aprendizado contínuo, se conectar com mentores e profissionais experientes e adaptabilidade para as tendências e regulamentações. O mercado de criptomoedas é dinâmico e está sempre evoluindo e necessitamos acompanhar as mudanças. No Dia da Mulher, celebremos também as conquistas das mulheres na criptoeconomia e inspiremos as futuras líderes a explorar este espaço atual e emocionante. Juntas, estamos construindo um futuro financeiro mais inclusivo e inovador para todos”, acrescentou ela à EXAME.

22% das mulheres ocupam cargos de liderança em cripto

Dados divulgados pela assessoria de imprensa da Chainalysis revelam que apenas 22% das mulheres ocupam cargos sênior no mercado cripto, contra mais de 77% para os homens. “Muitas vezes, as mulheres sentem como se não pertencessem ao setor e optam por não participar”, disse Pratima Arora, diretora de produtos e tecnologia na Chainalysis.

“Para desenvolver a diversidade no setor, precisamos nos concentrar na criação de uma cultura inclusiva que estimule o talento feminino. Muitas das barreiras que as mulheres enfrentam quando se trata de seguir uma carreira em tech se devem à falta de engajamento, de confiança, a estereótipos sociais ultrapassados, a uma cultura intimidadora dominada por homens e à falta de modelos para se inspirar”, disse ela.

De acordo com a pesquisa “Cenário cripto na América Latina”, realizada pela Bitso durante a segunda metade de 2023, as mulheres representaram 27% do total de pessoas que usaram a plataforma. A taxa de participação avança à medida que a idade aumenta, passando para 43% quando se analisa o grupo das maiores de 65 anos. A corretora cripto pretende alcançar 50% de sua força de trabalho feminina até 2025.

Algumas das mulheres envolvidas com o mercado de criptomoedas atualmente já enfrentavam desafios similares no mercado financeiro tradicional, conforme conta Valérie Cadier Adem, diretora de marketing e desenvolvimento de negócios da Hashdex.

“Com quase três décadas de atuação no mercado financeiro e, mais recentemente, em criptoativos, vivenciei a evolução da equidade de gênero de muito perto. Presenciei não apenas o progresso do debate, mas também sua prática efetiva, que é o que verdadeiramente importa”, disse ela em entrevista à EXAME.

“Apesar dos avanços rumo à igualdade de oportunidades, ainda há um caminho considerável a ser percorrido, especialmente na representatividade feminina em posições de liderança, tanto no setor financeiro quanto no de criptoativos. No entanto, é fundamental reconhecermos o progresso e o papel das mulheres que estão transformando esses mercados, servindo de inspiração para futuras gerações”, acrescentou.

Inclusão e liberdade financeira

Para outras, a Web3 significa inclusão e liberdade financeira. Melanie Steiner, diretora de marketing para América Latina na Binance, acredita que o setor de criptoativos pode ser acessível e inclusivo para mulheres, abrindo novas possibilidades.

“A Web3 é uma ferramenta potente de inclusão e liberdade financeira. Estatísticas mostram que cada vez mais mulheres usam as criptomoedas não apenas como forma de diversificação investimento, mas também como ferramenta de trabalho. Esse é um mercado acessível, disponível 24 horas por dia, permite aplicações iniciais de pequeno volume, e basta ter um celular em mãos para começar a investir. Portanto, largamente inclusivo”, disse ela.

“Quanto mais as mulheres conhecerem o ecossistema cripto, seu funcionamento e possibilidades, mais poderão utilizá-lo para impulsionar suas vidas. Por isso, quando pensamos em uma ação para este dia das mulheres, quisemos reforçar nosso compromisso com a inclusão através da educação, premiando mulheres que façam cursos para aumentarem o domínio sobre o tema para que possam tomar decisões sólidas”, acrescentou Melanie à EXAME.
Juliana Walenkamp, diretora institucional da BitGo para América Latina, concluiu que “a incerteza pode ser desconfortável, especialmente quando nos sentimos intimidados pelo desconhecido”.

“No entanto, é das mulheres que enfrentam o desafio com coragem e não hesitam em assumir a liderança e expressar suas opiniões que surge o verdadeiro crescimento. Em Web3, encontramos uma fronteira onde o empoderamento é real para aqueles que não têm medo de aproveitar a oportunidade”, acrescentou ela.

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Fonte: Exame

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