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Brasil tem 53,8 mil mortos por Covid-19; governo relança programa para ampliar testes

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O Brasil registrou 42.725 novos casos da Covid-19 em 24 horas. Isso aumentou para mais de 1,188 milhão o número de pessoas que testaram positivo para o novo coronavírus. Dessas, 53.830 morreram, sendo 1.185 vítimas nas 24 horas que antecederam o balanço divulgado na noite dessa quarta-feira pelo Ministério da Saúde.

O secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo Correia de Medeiros, admitiu que a Pasta foi surpreendida pelo aumento de casos. Na semana passada havia a expectativa de que a pandemia poderia se estabilizar no país.

Essa aceleração nos casos novos e nas mortes causadas pela Covid-19 coincidiu com a reabertura de atividades econômicas em todo o país.

De acordo com o Mapa do Isolamento Social divulgado pela empresa inLoco, nessa terça-feira, dia do último levantamento, a média no país ficou em 37,8%. Epidemiologistas recomendavam isolamento de 70% para reduzir a circulação do novo coronavírus, mas o índice mais alto alcançado pelo país foi de 62,2%, no dia 22 de março.

Para ajudar a definir estratégias regionais de enfrentamento à Covid-19, o Ministério da Saúde anunciou o programa Diagnosticar para Cuidar, com a distribuição de 46,5 milhões de testes. O objetivo alcançar pelo menos um em cada cinco brasileiros. Arnaldo Correia de Medeiros explicou que esses testes serão divididos em dois tipos.

O Confirma Covid deve testar 24,5 milhões de pessoas que apresentam sintomas da doença. A recomendação do ministério é para examinar quem apresenta pelo menos dois sintomas, entre febre, calafrios, coriza, tosse, dor de garganta e perda de paladar ou olfato. Esse teste deve ser aplicado até 8 dias após o aparecimento dos sintomas.

Já o Testa Brasil vai examinar se outros 22 milhões de pessoas têm anticorpos para o novo coronavírus. E deve ser aplicado a partir do oitavo dia de sintomas.

Desde o mês de março o Ministério da Saúde tinha a previsão de fazer testes em massa. O secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo Correia de Medeiros, justificou a demora no começo da testagem.

A previsão é que esses mais de 46 milhões de exames sejam feitos em todas as unidades da federação até o fim deste ano.

Fonte: Ag. Brasil

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