Conectado por

Rondônia, segunda, 28 de setembro de 2026.


Geral

Impressões digitais, movimentações financeiras: os detalhes da investigação sobre homem suspeito de envolvimento na morte da irmã em RO

Compartilhe:

Publicado por

em

Impressões digitais encontradas na casa, o uso do chip de celular da vítima após o crime e tentativas de acesso às contas digitais de Poliana dos Santos Gonçalves, de 31 anos, estão entre as provas que levaram a Polícia Civil de Rondônia (PCRO) a identificar João Vitor dos Santos Gonçalves, de 24 anos, irmão da vítima, e outras quatro pessoas como suspeitas de participação no caso.

Além disso, a investigação reuniu depoimentos, laudos periciais, imagens de câmeras de segurança, movimentações financeiras e informações repassadas por testemunhas.

Ao longo das apurações, a polícia identificou cinco suspeitos de participação no latrocínio, que é o roubo seguido de morte. Segundo a PCRO, as provas reunidas apontam o envolvimento de cada um deles no crime.

Dos cinco investigados, três estão presos preventivamente. A mais recente prisão ocorreu em 24 de setembro de 2026 e teve como alvo João Vitor, irmão de Poliana.

Os outros dois suspeitos morreram durante o curso da investigação.

Com a conclusão do inquérito, a Polícia Civil encaminhou o caso ao Ministério Público de Rondônia (MP-RO), que dará continuidade aos procedimentos judiciais.

Prisão

João Vitor dos Santos Gonçalves, de 24 anos, foi preso na quinta-feira (24), suspeito de participar do latrocínio que teve como vítima a própria irmã, Poliana dos Santos Gonçalves, de 31 anos. O crime aconteceu em março de 2026 em Machadinho D’Oeste (RO).

Na época do crime, o caso foi comunicado à polícia pelo próprio irmão. Ele contou que percebeu que algo estava errado após colegas de trabalho entrarem em contato informando que Poliana não havia comparecido ao plantão.

Segundo o suspeito, ele foi até a casa da irmã e encontrou a porta dos fundos aberta. No local, Poliana estava morta, caída no chão do quarto, ao lado da cama.

De acordo com a delegada Maria Braga, as suspeitas sobre a participação do irmão surgiram principalmente por causa do comportamento dele.

“Frio, não esboçava sentimentos, pressa em sepultar a irmã, segundo informações, evitava se unir a família no sepultamento”, afirmou a delegada.

O caso estava sob sigilo, mas a Polícia Civil divulgou detalhes sobre as provas que levaram à conclusão de que João Vitor estaria envolvido no crime.

Compartilhe: