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Mpox continua avançando em Rondônia: novos casos elevam total para seis
Mais dois casos de mpox foram confirmados nesta segunda-feira (23) em Rondônia, segundo a Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa). Com a atualização, o estado passa a ter seis casos confirmados da doença.
Os novos diagnósticos eram considerados suspeitos e tiveram confirmação laboratorial. Entre os pacientes estão cinco homens, com idades entre 20 e 35 anos, e uma adolescente de 16 anos.
A Mpox é uma doença viral que causa febre e lesões na pele que viram bolhas e feridas, transmitida principalmente pelo contato direto com essas lesões ou com objetos contaminados.
As ocorrências foram registradas em Porto Velho. Os pacientes passaram por avaliação clínica, receberam orientações e permanecem em isolamento.
Anteriormente, a Secretaria de Estado da Saúde de Rondônia (Sesau) havia informado seis notificações da doença, com quatro confirmações e dois casos descartados. Um caso suspeito atendido no Hospital Infantil Cosme e Damião também foi descartado, com diagnóstico final de varicela, conhecida como catapora.
A orientação das autoridades é que pessoas com lesões suspeitas, com ou sem febre, procurem atendimento em unidades de saúde. O estado segue em vigilância epidemiológica e monitorando os casos.
Transmissão
A transmissão de Mpox entre seres humanos ocorre, principalmente, por meio de contato pessoal próximo com lesões na pele, fluidos corporais, sangue ou mucosas de pessoas infectadas.
A doença causada pelo mpox vírus (MPXV) provoca os seguintes sintomas: manifestações cutâneas em qualquer parte do corpo, podendo estar associadas a febre, fraqueza, linfonodos inchados, dores musculares, dores nas costas, dor de cabeça, dor de garganta, congestão nasal ou tosse.
O compartilhamento de objetos recentemente contaminados com fluidos ou materiais de lesões infectantes também podem transmitir a doença.
Em caso de suspeita, a recomendação é procurar uma unidade de saúde para avaliação. Se o diagnóstico for confirmado, a orientação é adotar medidas preventivas para evitar a transmissão da doença e iniciar o manejo clínico individualizado.
