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Leila Pereira depõe na CPMI do INSS sobre ações da Crefisa
A CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS retoma os trabalhos nesta segunda-feira (9) e um dos depoimentos mais aguardados é o da empresária Leila Pereira, presidente do Palmeiras e proprietária da Crefisa. A empresária deve ser ouvida às 16h, em Brasília, como parte das oitivas que investigam as freaude envolvendo descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas do INSS.
O relator da CPMI, deputado Alfredo Gaspar, considera o depoimento de Leila essencial para esclarecer que ações estão sendo realizadas pela Crefisa para a segurança de seus clientes, em meio às investigações sobre irregularidades no sistema previdenciário.
Além dela, outros representantes do setor financeiro também serão ouvidos pela CPMI. Entre os convocados estão o presidente da Dataprev, Rodrigo Ortiz Dávila Assunção, e Artur Honso Broto Azevedo, representante do C6 Consignado. O depoimento de Assunção foi cancelado na semana passada após o relator passar mal, mas acabou remarcado.
A CPMI tem movimentado Brasília com debates intensos, e os integrantes planejam solicitar outros depoimentos, como o do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino. O motivo para ouvir o ministro está ligado à decisão que suspendeu a quebra a quebra de sigilo bancário de LÇulinha, filho mais velho do presidente Lula, que foram determinadas pela CPMI.
O ministro entendeu que os 87 requerimentos votados em globo – sem a análise individual de cada na sessão de 26 de fevereiro são inconstitucionais e, portanto, não têm validade. Antes, Flávio Dino também havia determinado a suspensão das quebras de sigilo de Roberta Luchsinger, empresária amiga de Lulinha, pelo mesmo motivo.
